Videoconferência ajuda o governo federal a economizar R$ 1 bilhão

January 27th, 2012 No comments

O governo federal economizou R$ 1 bilhão em despesas com passagens aéreas e diárias em 2011. Segundo dados do Ministério do Planejamento, na comparação com 2010, houve redução de 43% nos gastos com esses serviços. As despesas registradas no ano passado somaram R$ 1,3 bilhão ante R$ 2,3 bilhões em 2010.

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, atribuiu a economia à adoção de tecnologias alternativas. Segundo o secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Delfino Natal de Souza, o uso de recursos como videoconferências, portais colaborativos e redes sociais contribuiram para a redução dos gastos. “A adoção de novos mecanismos tecnológicos trouxe como resultado a modernização da gestão”, disse o secretário.

“Estamos determinados em dar continuidade à melhoria do gasto, otimizando os recursos para que sejam, cada vez mais, revertidos para a melhoria dos serviços à população e ao aprimoramento da gestão. Tudo isso foi feito sem prejuízo aos serviços estratégicos e sem penalizar os resultados. Estamos tirando excessos. Trata-se de uma mudança de cultura no governo federal”, explicou Miriam Belchior.

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Quatro dicas para gerenciar sua reputação online

January 27th, 2012 No comments

Este sábado, 28/1, é o Data Privacy Day (Dia de Privacidade de Dados, ou DPD, como é mais conhecido). Um dia para “aumentar a conscientização sobre questões de privacidade e protecção de dados entre os consumidores, organizações e autoridades do governo e ajudar a indústria, a academia e os advogados a destacarem os esforços feitos para garantir a privacidade do consumidor.”

Ouça. Privacidade de dados é importante. Ninguém, desde o adolescente que compartilha as fotos da festa no Facebook até os CIOs de cada uma das 500 maiores da Fortune, quer a sua informação comprometida.

Para honrar o DPD, a Microsoft encomendou uma pesquisa (realizada pela Blueocean Market Intelligence) com 5 mil pessoas (crianças entre as idades de 8 -17 e adultos entre 18-74) no Canadá, Alemanha, Irlanda, Espanha e Estados Unidos. Os resultados indicam que a maioria de nós não está vigilante o suficiente para proteger nossos perfis e reputações online.

O seu “perfil online”, segundo a pesquisa da Microsoft, é a soma de conteúdos on-line sobre você (compras de cartão de crédito, registros médicos, etc), de conteúdos que você criou (e-mails, vídeos, publicações em redes sociais) e de conteúdos sobre você criados por outros (alguém que publica uma foto ou comentários sobre você em uma rede social ou site).

Já a sua “reputação online” é a imagem criada através de informações que você ou outros compartilharam on-line em blogs, posts, fotos, tweets e vídeos.

A pesquisa da Microsoft indica que 67% de nós acreditam que estão no controle de suas reputações online, mas apenas 44% pensam sobre as conseqüências a longo prazo de nossas atividades online.

Não deveríamos todos – e não apenas 44% de nós – pensar mais sobre as conseqüências de nossos rastros online? Com os sites de mídia social como Facebook e Twitter abrindo o mundo, para melhor ou pior, e nós fazendo pagamentos de contas online, a gestão de nossa reputação online nunca foi tão importante. Afinal, muitos empregadores usam o Facebook para avaliar candidatos a emprego, faculdades e companhias de seguros podem procurar fotos na web para avaliar os riscos de candidatos a seus serviços, etc.

Então como é que nos tornamos melhores cidadãos digitais? Aqui estão alguns passos que você pode tomar, de acordo com um post no blog da Microsoft, escrito pelo diretor de privacidade da empresa, Brendon Lynch.

Monitore as redes

– Pesquise todas as variações de seu nome nos motores de busca, e avalie se os resultados refletem a reputação que você gostaria de compartilhar com o mundo, incluindo os empregadores atuais ou futuros, colegas, amigos e familiares. A pesquisa encomendada pela Microsoft descobriu que 37% dos adultos nuca fazem isso.

- Se você encontrar informações imprecisas ou menos favoráveis sobre si mesmo, respeitosamente, solicite que a pessoa que a postou corrija os erros ou remova essas informações.

Considere separar os perfis profissionais e pessoais

- Ao procurar por um trabalho, uma vaga na escola, a contratação de um novo seguro ou um empréstimo, lembre-se que sua imagem online pode ser um fator determinante para a avaliação do seu perfil. Tenha certeza de usar diferentes endereços de correio eletrônico, preferindo blogs e sites para cada perfil, evitando o cruzamento de sites pessoais e profissionais.

- Cerca de 57% dos adultos pensam em tomar medidas para manter seus perfis pessoais e profissionais resguardados. No entanto, 17% disseram que já tiveram informações destinadas a permanecerem particulares inadvertidamente divulgadas publicamente.

- Seja criterioso sobre a adição de informações pessoais no seu perfil profissional. Apenas inclua informações adequadas ao seu contexto profissional.

Ajuste suas configurações de privacidade

- Em navegadores de Internet, sites de redes sociais, blogs pessoais e outros locais onde há necessidade de manter dados pessoais, use as configurações de privacidade para ajudar a gerenciar quem pode ver seu perfil ou fotos, como as pessoas podem procurar por você, que pode comentar e como bloquear o acesso indesejado. De acordo com a pesquisa da Microsoft, 49% dos adultos não usam as configurações de privacidade em sites de redes sociais.

- Se você usar o Internet Explorer 9, use a proteção de rastreamento oferecida pelo navegador. Ajuda a bloquear o rastreamento indesejado. Você também pode usar o Internet Explorer no modo de navegação “InPrivate”.

- Revise periodicamente quem tem acesso ao seu conteúdo. É aconselhável remover pessoas que você não necessita mais ter acesso tão próximo.

Pense antes de agir

- Pense no que você vai publicar (fotos e vídeos pessoais em particular), na informação que você vai compartilhar e como ela reflete a sua reputação. Informe aos seus amigos o que você faz e não deseja que seja compartilhado, e peça a eles que removam qualquer coisa que você não quer divulgar.

- A pesquisa mostrou que apenas 38% dos adultos e 39% das crianças pensa sobre o impacto a longo prazo que as suas atividades on-line podem ter sobre a reputação de outra pessoa.

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Empresas investem 25% do orçamento de TI no gerenciamento do BYOT, revela pesquisa

January 27th, 2012 No comments

Em todo o mundo, 88% dos executivos relatam que os funcionários já usam suas próprias tecnologias pessoais para propósitos profissionais. O resultado é parte do estudo global “Dissipando seis mitos sobre a Consumerização de TI”, realizado pela Wakefield Research, empresa de pesquisas independente, a pedido da Avanade, provedora de soluções de negócios de tecnologia e serviços gerenciados.

Diante desse cenário, o levantamento, que ouviu com 605 líderes seniores e de TI realizada em 17 países, aponta que investimentos significativos em TI estão sendo feitos para gerenciar essa tendência. Na média, as empresas estão alocando 25% de seu orçamento geral de TI para gerenciar a consumerização e 60% das organizações estão adaptando a infraestrutura de TI para receber tecnologias pessoais dos funcionários.

Ainda de acordo com o estudo, no Brasil, o uso de tecnologias de computação pessoal no local de trabalho para fins comerciais é maior do que em muitos países europeus, chegando a 97%, e também é maior quando comparado aos Estados Unidos, com 89%.

Quando perguntados sobre o impacto das tecnologias pessoais na cultura da empresa, a maioria dos executivos participantes (58%) disse que o melhor resultado dessa ação era a habilidade de trabalhar a partir de qualquer local, seguido pelo fato de os funcionários estarem mais dispostos a trabalhar após o expediente (42%). “A produtividade e o acesso de qualquer lugar são mais bem avaliados pelos executivos do que a disposição de seus funcionários ou do que maiores responsabilidades atribuídas aos jovens profissionais”, diz Hamilton Berteli, CTO da Avanade no Brasil.

Segundo os líderes empresariais e de TI, os dispositivos mais populares usados na empresa são os smartphones com o sistema operacional Android, BlackBerry  e notebooks da Apple.

Um dado relevante do estudo mostra que os funcionários não usam os dispositivos pessoais no trabalho apenas para checar mensagens ou acessar redes sociais. Eles estão utilizando cada vez mais aplicativos corporativos de missão crítica.

Entre os entrevistados em todo o mundo, 45% dos executivos citaram ferramentas de gerenciamento de relacionamento com clientes (CRM) como as mais acessadas, 44% aplicativos para registro de tempo de trabalho e despesas, e outros 38% mencionaram as soluções de planejamento de recursos empresariais (ERP).

BYOD + carreira

O levantamento indicada que muito tem sido feito em termos das empresas adotarem políticas do tipo “traga seu próprio dispositivo” (BYOD, na sigla em inglês) para “acomodar” jovens funcionários, além de atrair novos talentos.

Ainda assim, de acordo com os executivos participantes da pesquisa, a permissão de tecnologias pessoais no local de trabalho não é uma forte ferramenta para recrutar ou reter talentos. Dos ouvidos, 32% mudaram as políticas para tornar seus locais de trabalho mais atraentes para jovens profissionais. E 20% acreditam que permitir tecnologias de computação pessoal na empresa beneficiará os esforços para fins de recrutamento ou retenção.

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Empresas já investem 25% do orçamento de TI no gerenciamento do BYOT

January 27th, 2012 No comments

Em todo o mundo, 88% dos executivos relatam que os funcionários já usam suas próprias tecnologias pessoais para propósitos profissionais. O resultado é parte do estudo global “Dissipando seis mitos sobre a Consumerização de TI”, realizado pela Wakefield Research, empresa de pesquisas independente, a pedido da Avanade, provedora de soluções de negócios de tecnologia e serviços gerenciados.

Diante desse cenário, o levantamento, que ouviu com 605 líderes seniores e de TI realizada em 17 países, aponta que investimentos significativos em TI estão sendo feitos para gerenciar essa tendência. Na média, as empresas estão alocando 25% de seu orçamento geral de TI para gerenciar a consumerização e 60% das organizações estão adaptando a infraestrutura de TI para receber tecnologias pessoais dos funcionários.

Ainda de acordo com o estudo, no Brasil, o uso de tecnologias de computação pessoal no local de trabalho para fins comerciais é maior do que em muitos países europeus, chegando a 97%, e também é maior quando comparado aos Estados Unidos, com 89%.

Quando perguntados sobre o impacto das tecnologias pessoais na cultura da empresa, a maioria dos executivos participantes (58%) disse que o melhor resultado dessa ação era a habilidade de trabalhar a partir de qualquer local, seguido pelo fato de os funcionários estarem mais dispostos a trabalhar após o expediente (42%). “A produtividade e o acesso de qualquer lugar são mais bem avaliados pelos executivos do que a disposição de seus funcionários ou do que maiores responsabilidades atribuídas aos jovens profissionais”, diz Hamilton Berteli, CTO da Avanade no Brasil.

Segundo os líderes empresariais e de TI, os dispositivos mais populares usados na empresa são os smartphones com o sistema operacional Android, BlackBerry  e notebooks da Apple.

Um dado relevante do estudo mostra que os funcionários não usam os dispositivos pessoais no trabalho apenas para checar mensagens ou acessar redes sociais. Eles estão utilizando cada vez mais aplicativos corporativos de missão crítica.

Entre os entrevistados em todo o mundo, 45% dos executivos citaram ferramentas de gerenciamento de relacionamento com clientes (CRM) como as mais acessadas, 44% aplicativos para registro de tempo de trabalho e despesas, e outros 38% mencionaram as soluções de planejamento de recursos empresariais (ERP).

BYOD + carreira

O levantamento indicada que muito tem sido feito em termos das empresas adotarem políticas do tipo “traga seu próprio dispositivo” (BYOD, na sigla em inglês) para “acomodar” jovens funcionários, além de atrair novos talentos.

Ainda assim, de acordo com os executivos participantes da pesquisa, a permissão de tecnologias pessoais no local de trabalho não é uma forte ferramenta para recrutar ou reter talentos. Dos ouvidos, 32% mudaram as políticas para tornar seus locais de trabalho mais atraentes para jovens profissionais. E 20% acreditam que permitir tecnologias de computação pessoal na empresa beneficiará os esforços para fins de recrutamento ou retenção.

Article source: http://rss.cio.com.br/c/32184/f/499651/s/1c2a8847/l/0Lct0Bidg0N0Bbr0Ccgi0Ebin0Credirector0Bcgi0Drnd0F0A0Guid0F1adeadee5b39af3b0A20Ac594bd41ae5920Gsite0Fcio0Gorigem0Fcio0Gurl0Fhttp0J3A0C0Ccio0Buol0N0Bbr0Cnoticias0C20A120C0A10C260Cempresas0Einvestem0E250Edo0Eorcamento0Ede0Eti0Eno0Egerenciamento0Edo0Ebyot0Erevela0Epesquisa0Gtitle0FEmpresas0J20Aj0JE10J20Ainvestem0J20A250J250J20Ado0J20Aor0JE7amento0J20Ade0J20ATI0J20Ano0J20Agerenciamento0J20Ado0J20ABYOT0Gtype0FRSS/story01.htm

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Cinco qualidades impulsionam a preferência dos desenvolvedores pelo Android

January 27th, 2012 No comments

O sistema operacional Android deve tomar o lugar do iOS, da Apple, como plataforma favorita dos desenvolvedores de aplicativos até o final deste ano, de acordo com um relatório da Ovum. E é fácil entender os motivos que levaram a isso.

Muito já foi dito sobre o sistema Android desde sua apresentação pela Google, para o bem ou para o mal. Ele já foi louvado como um modelo de código aberto que levou a criação da Open Handset Alliance. Mas também criticado por ser fragmentado como uma plataforma e pelo ritmo acelerado de novos lançamentos, o que torna difícil para os usuários e fabricantes acompanharem.

Obviamente, também iniciou um novo grupo de “guerra religiosa” de tecnologia entre os usuários Android, iOS, RIM e Windows Phone. Isso não é algo novo no mundo da tecnologia – ainda existem muitos defensores do Amiga por aí. Na verdade, não há algo como uma plataforma perfeita que vai satisfazer a todos. Para mim, o valor de uma plataforma sempre derivará do que ela pode me ajudar a fazer melhor, como pode me entreter de novas maneiras e como pode tornar minha vida mais fácil.

Dito isso, confira abaixo cinco coisas que eu realmente gosto ou odeio nos aparelhos Android que tendem a diferenciá-los dos outros no mercado. Como em qualquer discussão sobre tecnologia, sua “milhagem” vai variar; é por isso que chamamos isso de “tecnologia pessoal”.

Widgets – Adoro os widgets do Android. Esses mini aplicativos vivem na tela inicial e podem entregar de tudo, desde a hora, clima e atualizações de ações até status de redes sociais e comando e controle de configurações e serviços. Claro, outras plataformas possuem coisas parecidas, como os Live Tiles do Windows Phone, mas nenhum outro fornece a profundidade de customização pessoal como o Android. Essa flexibilidade me permite criar a interface de usuário que eu quero ver, com a informação que eu preciso sempre de forma rápida e acessível.

Aplicativos alternativos – Também adoro o fato de não estar preso a uma única loja de aplicativos. Graças a generosidade da Amazon, por exemplo, consigo um app Android gratuito interessante quase todo dia. Posso facilmente trabalhar com desenvolvedores para testar novos aplicativos. Há um lado negativo nisso? Claro: há muito mais softwares maliciosos por aí; você precisa saber o que está instalando e de onde esse app vem. Uma loja controlada pode ser ótima se cortas os itens perigosos, mas acho que os benefícios da flexibilidade do Android superam os riscos. Infelizmente, algumas fabricantes de aparelhos Android proíbem os usuários de aproveitarem esse recurso.

Telefones enormes – Essa é uma das coisas que não gosto no Android. Para mim, um telefone com uma tela realmente grande compromete a experiência de uso e ainda fica longe da experiência de usar um tablet. Mas apesar de saber que nunca usaria um telefone maior que meu bolso, você não pode chamar isso de uma falha real do Android. Isso é porque eu não sou todo mundo; algumas pessoas vão adorar essas telas grandes (e talvez elas tenham bolsos maiores que eu). E isso acontece também porque grandes telefones não representam todo o universo Android; os aparelhos da plataforma estão disponíveis em uma variedade de tamanhos, e como discuto abaixo, alguns são pequenos o bastante para serem usados.

Teclados e canetas como aparelhos de entrada de informações – Não quero uma caneta stylus como meio de entrada (input) principal, apesar de poder ser algo útil para tomar notas. Também prefiro teclados touch-screen a pequenos teclados físicos. Mas novamente, não sou todo mundo, e algumas pessoas parecem muito empolgadas em terem um teclado em seus telefones. De qualquer forma, é bom ver um ecossistema próspero que está tentando de várias formas. Seja um aparelho baseado em teclado da Motorola ou de 5” integrados com caneta da Samsung, provavelmente há um Android que é o certo para suas necessidades.

Opções geek – Você pode fazer algumas coisas bem selvagens com o Android, como hackear uma nova versão do sistema operacional para o seu aparelho mesmo que sua operadora ou fabricante não tenha suporte para isso. E as companhias de aparelhos também fizeram algumas coisas excêntricas. (No verdadeiro espírito Android, a versão Honeycomb do sistema para tablets já foi portada.) Você pode comprar um acessório de vestir no pulso para o MotoActv, mas o WIMM One da WIMM Labs é feito especialmente para levar o Android para o seu pulso como um relógio “ultra-conectado” que começa a cumprir a promessa de aparelhos de computação utilizáveis. Então há o Kindle Fire, da Amazon, que pode muito bem se transformar no tablet Android mais famoso do mercado, mesmo com seus usuários provavelmente não tendo ideia de que esse é um aparelho com Android para começo de conversa (ele usa um sistema baseado na plataforma). Tudo isso sugere um nível básico enraizado de “nerdice” que eu gosto e que poderia abrir a porta ao longo do ano para muitos aparelhos que simplesmente não existiriam sem o Android.

O Android não é perfeito: não lida com armazenamento externo de uma forma unificada correta, o suporte para o Microsoft Exchange é falho, e existem grandes problemas com a fragmentação da plataforma que significam que nem todos os apps e serviços rodarão em um determinado aparelho. Dito isso, o Android preencheu uma parte importante da vida “pós-PC”, entregando uma experiência que o Linux tentou e falhou em alcançar nos dias em que o PC definia a computação pessoal.

 

(*) Michael Gartenberg é um pesquisador de segurança na Gartner. As opiniões expressas no texto são todas do autor. Siga-o no Twitter: @Gartenberg.

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Um em cada cinco empregados trabalha em casa, afirma pesquisa

January 26th, 2012 No comments

Cerca de 20% dos trabalhadores mundiais trabalham de casa, especialmente no Oriente Médio, América Latina e Ásia. Quase 10% deles trabalham de casa todos os dias, de acordo com uma nova pesquisa da Ipsos/Reuters. O estudo mapeia profissionais que trabalham longe de seus escritórios, comunicando-se por telefone, e-mail ou em chats online, quer todos os dias, quer ocasionalmente. E ouviu 11.383 pessoas online em 24 países, incluindo o Brasil, entre 7 e 20 de outubro de 2011.

Os avanços da tecnologia e das telecomunicações permitiram que as pessoas trabalhem de forma efetiva e eficiente sem que precisem estar o tempo todo em suas mesas no escritório. A tendência cresceu e parece que persistirá, já que 34% dos trabalhadores que recorrem a esse modelo de trabalho dizem que o fariam em tempo integral, se pudessem.

Dos funcionários que já podem ser conectados online ao seu local de trabalho, 17% relatam que o faz com “em uma base frequente _ 7% dizem trabalhar todos os dias a partir de casa ou de outros lugares, enquanto outros 10% dizem fazê-lo “em uma base muito consistente e constante, como as noites e fins de semana”.

Segundo o estudo, o teletrabalho é mais comum em mercados emergentes: aqueles que trabalham no Oriente Médio e África (27%), América Latina (25%) e Ásia-Pacífico (24%) são mais propensos ao trabalho remoto ??do que os trabalhadores da América do Norte (9%) e Europa (9%).

Trabalhar de casa é especialmente popular na Índia, onde mais de metade dos trabalhadores o fazem; na Indonésia, o índice é de 34%; no México 30%, seguido por Argentina (29%), África do Sul (28%) e Turquia (27%). No outro extremo, essa opção de trabalho é menos popular na  Hungria (3%), Alemanha (5%), Suécia (6%), França (7%), Itália (7%) e Canadá (8%). Nos demais países (Arábia Saudita, Austrália, Bélgica, Brasil, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Japão, Polônia, Reino Unido e Rússia) o índice é superior a 10%.

Aqueles com um nível mais elevado de educação têm maior probabilidade de adotar o teletrabalho com frequência (25%), seguidos por aqueles com idade inferior a 35 (20%) e aqueles com renda familiar alta (20%). Homens (19%) são mais propensos do que as mulheres (16%)

Vantagens são claras

A grande maioria dos funcionários em 24 países “concorda” igualmente (83%) que o teletrabalho é vantajoso. Nas duas avaliações, 36% disseram ser fortemente vantajoso, contra 47% que acreditam ser só um pouco vantajoso. Entra as maiores vantagens está a possibilidade de manter as mulheres talentosas na força de trabalho enquanto cuidam dacriação dos filhos.

“Trabalhadores da Europa e da América do Norte concordam que trabalhar de casa é uma ótima maneira de reter mulheres na força de trabalho. Isso causa menos estresse por reduzir a necessidade de deslocamento. Também pelo fato de oferecer melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal”, disse a gerente de pesquisa da Ipsos Global Public Affairs, Keren Gottfried, que conduziu o estudio.

Entre os pesquisados, 65 por cento disseram que trabalhar de casa é produtivo porque oferece ao trabalhador mais controle sobre sua vida profissional. “Isso dá à pessoa a oportunidade de trabalhar quando é mais produtiva”, disse Keren. “Você trabalha quando sabe que pode executar seu trabalho melhor.”

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Aproveite ao máximo o aplicativo Lembretes do iPhone

January 26th, 2012 No comments

Lançado no fim do ano passado, o iOS 5 trouxe o aplicativo Lembretes, um novo recurso para gerenciar e estipular tarefas. A ferramenta não é uma ameaça aos muitos utilitários de gerenciamentos de compromissos na App Store, exatamente por ser mais voltada a coisas mais simples, como criar uma lista de compras, para ajudar a fazer as malas, entre outros. Entretanto, existem alguns truques de hora e localização que você pode usar para explorar todo o potencial do Lembretes. Fizemos um pequeno guia que mostra como aproveitar ao máximo do aplicativo.

Listas

Quando você executa o Lembretes pela primeira vez vê uma lista em branco com o nome padrão (Lembretes). A partir daí o usuário pode criar listas separadas e estipular tarefas a cada uma delas. No iPad, as listas estão sempre visíveis na parte esquerda da tela, enquanto que no iPhone é preciso tocar no ícone que fica do canto superior esquerdo da tela (formado por três linhas horizontais). 

Para adicionar uma nova lista, clique no botão Editar, escolha Criar Nova Lista e dê um nome a ela. Você pode voltar ao menu Editar para renomear, reordenar ou apagar as listas. Clique em Concluído para fechar o menu de edição. 

Alternar entre listas no iPad é simples: toque no nome da lista à esquerda e o conteúdo correspondente será exibido imediatamente. Já no iPhone há duas alternativas: tocar no ícone de lista no canto esquerdo superior ou simplesmente deslizar horizontalmente para a próxima lista. Pontos na base da tela indicam quantas “páginas” você pode rolar. A página mais à esquerda chama-se Concluídos, e mostra todas as tarefas que foram marcadas como feitas. 

 

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As listas podem agrupar lembretes diferentes e
são acessadas pelo ícone no canto esquerdo ou
via swipe na tela

Lembretes

Depois das listas, está na hora de criar lembretes. Há duas maneiras de fazê-lo: tocar no botão de mais (+) no canto direito superior ou clicar em uma das linhas da “folha de papel” na tela. A tarefa pode ser o que você quiser: uma lista de compras, um lembrete para comprar um presente, passar na casa da sua avó ou não esquecer de tirar o bolo do forno. 

Depois de digitar um item tecle Enter para adicionar um lembrete novo ou clique em OK para concluir a lista. Uma vantagem interessante é a possibilidade de configurar o aplicativo para que ele lembre o usuário de uma tarefa em determinado horário, localização, ou uma combinação de ambos. 

Agendando lembretes

Se o lembrete requer outros detalhes, como um horário específico ou uma localização na qual ele deve ser ativado, há recursos para estipular uma frequência, alterar a lista que ele pertence, ou inserir anotações. Para acessar essas opções, basta tocar na tarefa recém criada.

Na tela Detalhes, toque em Lembre-me para configurar um lembrete baseado em uma data ou localização. Para o primeiro, ligue o interruptor do item Em um Dia e escolha data e hora para quando você deve ser avisado – apenas tarefas com horário definido podem ser configuradas para acontecer novamente, a partir da opção Repetir, que oferece intervalos como A cada Semana, a cada 2 semanas, todos os meses, a cada ano ou todos os dias. 

Habilite Em uma Localização para que o lembrete seja ativado quando você chegar ou deixar um lugar específico. O aplicativo, por padrão, assume que a tarefa deve ser relacionada com a localização atual do usuário. Caso deseje ser lembrado quando entrar (ou sair) de outro lugar, vá em Localização Atual e cliquem em Escolher Endereço. 

Infelizmente, você é limitado aos endereços da sua lista de contatos. Uma saída é adicionar uns contatos extras, como Faculdade, Trabalho (com os respectivos endereços, é claro) para que os lembretes também possam ser ativados em determinados estabelecimentos. 

lembretesios02.jpg

Além do alarme de horário, é possível
configurar lembretes com geolocalização

Caso a tarefa tenha uma prioridade estabelecida o aplicativo se lembra desse detalhe, mas não faz nada com essa informação – não há como reordenar as tarefas, e aquelas com prioridade alta não vão para o topo da lista. Essas informações só fazem diferença se as tarefas forem exibidas no site do iCloud. 

Lembretes com Siri

Se você possui um iPhone 4S, o assistente pessoal Siri também funciona para criar tarefas, embora ele ainda não funcione em português. Mas se você fala inglês pode usar comandos como os mostrados abaixo – você pode, claro, alterar o nome das pessoas, lugares, datas ou itens:

Remind me to pick up Frank at 4:30 p.m. tomorrow (lembre-me de buscar o Frank às 16:30 amanhã)
Remind me to preheat the oven when I get Home (lembre-me de pré-aquecer o forno quando eu chegar em casa)
Remind me to buy hamburgers the day before Memorial Day (lembre-me de comprar hambúrguers antes do Memorial Day – feriado americano que homenageia os soldados mortos em combate). 
Remind me to water the plants, every day, at 7 a.m. (lembre-me de regar as plantas, todos os dias, às 19:00). 
Put chocolate milk on my Groceries list (coloque leite na minha lista de compras). 

Para alterar a lista na qual o Siri insere os lembretes, caso você não tenha uma especificada, veja as Configurações do app. 

Configurações

Esse painel é encontrado – por alguma razão – na seção Mail, Contatos e Calendários, dentro de Ajustes. Há apenas duas opções: Sincronizar e Lista Padrão. A primeira determina o prazo máximo para que suas tarefas sejam sincronizadas, que pode ser entre duas semanas a seis meses, ou que todos os lembretes sejam sincronizados. Já a segunda define em qual lista os novos lembretes serão salvos – e, pelo menos até o momento, essa opção só afeta os lembretes salvos pelo Siri. 

Nuvem

É possível compartilhar listas do aplicativo Lembretes a partir do iCloud, e isso é feito diretamente no site do serviço, dentro do menu Calendário – lá são exibidas as listas que foram criadas e sincronizadas. Ao lado de cada uma delas, do lado esquerdo da tela, há um ícone de compartilhamento. Depois que os outros usuários aceitarem a lista (o aviso é enviado por e-mail), eles podem adicionar, apagar ou concluir tarefas dessa lista. 

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No site do iCloud, as listas podem ser
compartilhadas com outros usuários

Esse recurso é muito útil para determinados tipos de tarefas, como uma lista de compras compartilhada - por exemplo, enquanto sua esposa ou marido está em uma parte do mercado, você pode ir para outra seção e marcar os itens que forem comprados. Mesmo que ela não seja compartilhada, os Lembretes são sincronizados com os dispositivos iOS que estejam com o mesmo Apple ID. 

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Videoconferência ajuda o governo federal a economizar R$ 1 bilhão em passagens aéreas e diárias

January 26th, 2012 No comments

O governo federal economizou R$ 1 bilhão em despesas com passagens aéreas e diárias em 2011. Segundo dados do Ministério do Planejamento, na comparação com 2010, houve redução de 43% nos gastos com esses serviços. As despesas registradas no ano passado somaram R$ 1,3 bilhão ante R$ 2,3 bilhões em 2010.

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, atribuiu a economia à adoção de tecnologias alternativas. Segundo o secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Delfino Natal de Souza, o uso de recursos como videoconferências, portais colaborativos e redes sociais contribuiram para a redução dos gastos. “A adoção de novos mecanismos tecnológicos trouxe como resultado a modernização da gestão”, disse o secretário.

“Estamos determinados em dar continuidade à melhoria do gasto, otimizando os recursos para que sejam, cada vez mais, revertidos para a melhoria dos serviços à população e ao aprimoramento da gestão. Tudo isso foi feito sem prejuízo aos serviços estratégicos e sem penalizar os resultados. Estamos tirando excessos. Trata-se de uma mudança de cultura no governo federal”, explicou Miriam Belchior.

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Terceirização: o que esperar em 2012

January 26th, 2012 No comments

Sempre nesta época, analistas de mercado são rápidos nas projeções para determinados setores. Mas o que aconteceu com as previsões feitas no ano passado?

Das 11 tendências traçadas para o segmento de outsourcing TI verifica-se que não se concretizaram nem a metade.

Claro, que este é o jogo da terceirização, onde as expectativas sobre o nível de serviço representam cerca de 99,99%. Algumas dessas previsões foram um fracasso: o Egito se tornará o centro do mundo? Haverá uma mega fusão entre uma empresa de grande porte na Índia e um fornecedor dos EUA? Houve falhas nas previsões feitas por especialistas.

Veja a seguir algumas das previsões que foram acertadas e quais falharam:

Revisão dos contratos

Lideres de TI prometiam revisar contratos existentes para reduzir. Embora isso seja óbvio e, na verdade, sempre ocorreu. Com as pressões para cortes de orçamentos dos CEOS e diretores financeiros para fazer mais com menos, muitos CIOS estão sempre renegociando contratos de médio prazo para cortar despesas. Mas 2011 pode ter sido o ano em que esse esforço foi bem sucedido e gerou retornos decrescentes. Algumas companhias fizeram ajustes, optando pelo full outsourcing para ficar com um único fornecedor ou terceirizaram mais atividades. Essas mudanças geram poupanças adicionais.

Serviços na nuvem

Os prestadores de serviços de TI ainda estão tateando na nuvem. Segundo alguns especialistas, povedores de outsourcing estavam com novas ofertas de cloud, embora na realidade muitas não eram novas. Mas isso pode ter jogado a favor deles, pelo menos por enquanto por causa das notícias na mídia sobre ataques de determinadas redes na nuvem que levou à exposição de dados do usuário.

A proteção de dados é a principal preocupação das empresas na hora de contratar serviços na nuvem. Fornecedores de outsourcing reconhecem as ameaças de segurança desse modelo, principalmente quando se trata de rede pública. A infraestrutura compartilhada traz mais riscos que os ambientes privados.

Queda de preços

Os prestadores de serviços mantiveram seus preços. Em 2011, houve queda de preços de alguns serviços. Mas em muitos casos, a redução foi concedida durante processos de negociação para prorrogação dos acordos. Isso em razão de muitos fornecedores não estarem dispostos a comprar empresas ou entrar em negócios que não estejam saudáveis.

Fornecedores de serviços de TI disputam os custos da mão de obra, demissões e terceirização. Todas as grandes operadoras dos EUA continuou a terceirizar suas operações ao redor do mundo. E enquanto fornecedores da Índia têm fortemente negociado suas estratégias de aquisições no mercado norte-americano. Eles também têm feito a maioria de seus investimentos em força de trabalho no exterior.

Fusões

Os analistas previam uma fusão entre um contratante e fornecedor dos EUA com uma prestadora de serviços indiana. Nos últimos anos, muitos observadores de outsourcing de TI vêm sinalizando um e outro casamento entre companhias desses dois países. Mas a verdade é que isso ainda não aconteceu.

As habilidades dos provedores de outsourcing indianos têm sido construída em torno de multinacionais e não há razão para pagar o alto custo de aquisição de qualquer uma dessas empresas. Pode haver uma fusão de fornecedores indianos no futuro para aumentar a competição com as multinacionais maiores. Mas mesmo este cenário é incerto porque muitos provedores indianos ainda são controlados por estruturas familiares. Elas carregam diferenças culturais profundamente enraizadas.

A China, Brasil e Egito serão o centro do universo. Egito fez muitas manchetes este ano, mas não por terceirização. China está crescendo, mas principalmente como um fornecedor de TI nacionail e regional com serviços de Business Process Outsourcing (BPO).

Os chineses ainda não descobriram como oferecer serviços de valor agregado, além de suas fronteiras. Da mesma forma, o Brasil tem um mercado interno forte em serviços de TI, mas ainda sem sucesso na exportação de serviços, em parte por causa das políticas comerciais restritivas do País.

Acertos aproximados

Os analista sinalizaram de que haveria uma redução dos constratos de outsourcing em 2011, o que de fato ocorreu. No terceiro trimestre, houve um declínio substancial no mercado de serviços de TI, com volumes de transação mais baixos tanto em terceirização quanto em BPO. Embora haja incerteza sobre economia na Europa e Estados Unidos, não é previsível estimar como será o comportamento desse setor no mercado munndial.

Até meados de 2012 não é esperado qualquer grande negócio. As empresas ainda estão aguardando para ver o impacto real sobre as questões europeias e se a China consegue manter o mesmo nível de crescimento.

Os contratos de serviços em nuvem ainda não decolaram. Muitas empresas estão avaliando esse modelo com promessas de firmar acordos ao longo do ano. CIOS estão fazendo arranjos, mas departamentos de TI demonstram resistência em colocar alguns serviços na nuvem e estão criando modelos para evitar acordos individuais de cloud. As empresas estão descobrindo o valor da TI, especialmente quando se trata de examinar as propostas, implementar, integrar e gerenciar.

 

 

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Gestão do tempo: Seis maneiras de melhorar sua produtividade

January 26th, 2012 No comments

Se você resolveu parar de procrastinar e ser mais produtivo, suas melhores intenções podem ter sido rapidamente subvertidas por sua rotina de trabalho.

Na opinião do especialista Jason Womack, autor do livro “Your Best Just Got Better: Work Smarter, Think Bigger, Make More”, mudar a forma como fazemos o nosso trabalho para melhorar a nossa produtividade é uma tarefa difícil, porque nossos processos tornam-se hábito. E, em muitos casos, esses hábitos nos fizeram bem sucedidos (mesmo que tenham nos levado muitas vezes ao limite da sanidade).

“Um gerente de nível médio, por exemplo, tem provavelmente o hábito de viver movido pelo alerta de e-mail ou o zumbido do BlackBerry”, diz Womack, e ele provavelmente foi recompensado por sua capacidade de resposta. “Será difícil para ele mudar seu hábito de resposta pavloviana.”

O maior erro que os profissionais cometem quando se trata de gestão de tempo, acrescenta Womack, continua sendo usar o seu tempo para atividades que não merecem dois minutos de atenção.

“Eles continuam escrevendo um e-mail mesmo já tendo respondido à pergunta na linha de assunto. Prolongam a conversa ao telefone depois de já terem abordou a finalidade da chamada. Permanecem na sala de reuniões após os pontos do encontro já terem sido cobertos.”

Para impedir que você cometa os mesmos erros, Womack preparou seis dicas de gerenciamento de tempo que considera mais eficazes para o aumento da produtividade.

1. Atenha-se à regra de 15 minutos.

Womack recomenda organizar o seu dia de trabalho em pedaços de 15 minutos. Segundo o especialista porque 15 minutos é tempo suficiente para fazer alguma coisa e curto o suficiente para organizar o seu dia. Se você trabalha oito horas por dia, você tem 32 períodos de 15 minutos. A jornada de trabalho de 10 horas rende 40 períodos de 15 minutos.

Quando você tem que agendar uma reunião ou conferência que pode ter uma hora de duração, Womack recomenda iniciá-la 15 minutos após a hora e terminá-la na hora. Ele acredita que as pessoas podem realizar em 45 minutos (isto é, três períodos de 15 minutos) tudo o que pensam precisar de 60 minutos para fazer. Uma reunião de 45 minutos obriga você a ter foco e ir direto ao ponto e ainda rende 15 minutos extras para cuidar de outro item da sua lista de afazeres.

2. Saiba dar uma tarefa por concluída.

Continuar a trabalhar em algo quando já se fez o que essencialmente era para ter sido feito é uma significativa perda de tempo que a maioria dos profissionais sequer tem consciência.

3. Elimine as distrações.

O conselho Womack é para evitar distrações específicas. Se seu gerente está propenso a interrompê-lo com perguntas, antecipe-se a ele. Transforme em rotina abordá-la para dar feedback de suas atividades, em horários mais tranquilos para ele, logo no início do dia.

Outra dica de Womack: Se você precisa fazer uma pergunta rápida para alguém, e deseja evitar o risco de ser pego em uma conversa prolongada em torno o assunto, ligue para a pessoa alguns minutos antes da hora cheia. Há uma grande chance desta pessoa não ter tempo para bate-papo, também, por conta de um compromisso pré-agendado.

4. Identifique verbos que precisam de atenção.

Womack recomenda organizar sua lista de afazeres em torno de verbos, como elaboração, revisão, preparação e programação. Essas são tarefas que você pode geralmente completar em um período de 15 minutos e que ajudam a mover um projeto maior para a frente, diz ele.

Se você tem uma grande variedade de verbos em sua lista de afazeres, tais como planejar, discutir, criar ou implementar, tente substituí-los por etapas da ação, acrescenta Womack. Isso vai ajudá-lo a reduzir a sensação de estar sobrecarregado.

5. Esteja preparado para um bônus de tempo.

A próxima vez que você descobrir que seu vôo atrasou ou o seu médico está atrasado, não fique irritado. Você acabou de ganhar um “bônus”. Se você levar algum trabalho com você onde quer que vá, como sugere Womack, você terá a chance de realizá-lo _ responder a um e-mail, retornar uma ligação, revisar uma proposta ou elaborar um plano.

6. Use atalhos de e-mail.

Womack observa que tanto o BlackBerry quanto o iPhone permitem aos usuários criar atalhos de teclado para o envio de e-mail. Ele criou vários atalhos de teclado que reutiliza frequentemente. Por exemplo, se alguém envia um e-mail a Womack pedindo-lhe informações sobre como usar o Microsoft Outlook de forma mais eficaz, tudo que ele tem que fazer é digitar o seu atalho, “OL”, que preenche automaticamente o seu e-mail com uma resposta padrão para a pergunta. (Este vídeo demonstra como criar esses atalhos de teclado no iPhone 4S. E este mostra como criá-los em um BlackBerry.)

Womack defende a tese de que o uso desses atalhos o tem feito economizar uma tonelada de tempo desde que ele desenvolveu várias respostas para algumas das perguntas mais comuns que as pessoas fazem a ele. O impedem de ter que recriar a resposta toda vez que alguém envia uma dúvida recorrente por e-mail.

Em resumo, ser mais produtivo só depende de você. Mantenha-se responsável por sua produtividade. No final de cada dia, durante 20 dias, yome nota de tudo o que você fez com o seu tempo naquele dia. Anote as pessoas com as quais você se encontrou, os projetos ou tarefas que você completou, ou o que você aprendeu.

O exercício soa um pouco como o trabalho escolar elementar, mas a intenção é torná-lo consciente de como você gasta seu tempo.

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